domingo, março 28, 2010

Práxis e ou Teoria...

                                                           
Por considerar que a diversidade existente em sala de aula, já que farei meu estágio no laboratório de Aprendizagem, vejo as situações do dia-a-dia das crianças que apresentam um dinamismo intenso, percebo a necessidade que tenho em buscar também uma diversidade maior de atividades que contemplem minha arquitetura pedagógica e tragam nela instrumentos que atraiam o interesse de meus alunos.
As singularidades em sala de aula requerem que eu tenha consciência da necessidade de reciclar continuamente meus conceitos, métodos e convicções, pois, conforme afirma Georgen (2000) "[...] professores não são formados; eles se formam no interior de complexas condições biopsíquicas de seus ideais, desejos, valores e dos desejos que lhes vem de fora, das práxis e/ ou da teoria.
Partindo deste ponto e considerando minha experiência pessoal em sala de aula e as bases teóricas que venho adquiri  em minha formação, compreendo que, para criar um ambiente adequado de processo de ensino-aprendizagem são necessárias constantes reflexões de minha prática.

domingo, março 21, 2010

Sonhar não custa nada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Vejo o estágio supervisionado como um momento de mostrar na prática tudo o que aprendi durante 7 semestres na faculdade. É hora de juntar teoria à prática e ver no que vai dar!!!!!!!

Mesmo apreensiva estou maravilhada em fazer o estágio, e espero mostrar tudo aquilo que a cada dia aprendi mais e mais. Mesmo já tendo muitos anos de sala de aula me sinto como se fosse a primeira vez e é o que quero mesmo ser essa METAMORFÓSE AMBULANTE e não ter aquela velha opinião formada sobre tudo buscando tudo novo de novo.

segunda-feira, março 15, 2010

HOJE É DIA DA ESCOLA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


O dia da escola é comemorado em 15 de março, mas são poucas as pessoas que possuem consciência disso. A data simboliza uma ótima oportunidade para pensar o quanto essa instituição assume um papel importante em nossas vidas.


É através da escola que adquirimos o conhecimento das disciplinas e também aprendemos a ser pessoas melhores. No ambiente escolar temos a oportunidade de fazer amigos, desfrutar de novas experiências e também ampliar a visão de mundo.

Contudo, quando chegamos no ultimo ano do Ensino Médio, podemos sentir um aperto dentro do coração pelo fato de estar acabando. Sempre teremos boas lembranças da escola, dos sonhos que compartilhamos com os colegas e de todo o conhecimento de vida adquirido em sala de aula.

domingo, janeiro 17, 2010

CONCEITOS - 2009/02

Estou muito feliz com os resultados obtidos nesse semestre apesar de todas as dificuldades enfrentadas.

MEUS CONCEITOS - PEAD 2009 -02


DIDÁTICA, PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO - A

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL -
B

LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS -
B

LINGUAGEM E EDUCAÇÃO - B

SEMINÁRIO INTEGRADOR VII - C

segunda-feira, dezembro 14, 2009

AVALIANDO A MINHA CAMINHADA ....



Dentre as inúmeras mudanças, provocadas pela evolução de nossos conceitos de educação, as novas fronteiras passam a ser a inclusão de todas as pessoas na escola. No Brasil e no mundo, muitas mobilizações estão sendo feitas para a inclusão dos alunos surdos nas salas de aula do ensino regular. Esse movimento obriga a escola a refletir sobre esse novo paradigma, seus princípios e como utilizá-lo de forma adequada na educação. Assim, reconhecer a língua de sinais como caminho necessário para a mudança nessas condições de atendimento, passa pela compreensão desta língua como viva, instrumento de interação entre surdos e ouvintes.
Desta forma, no contexto de universo de sala de aula, vemos que os colegas também aprendem a se comunicar, valorizando assim a diversidade desenvolvendo bem cedo habilidades importantes para o convívio social no futuro. Segundo Almeida (2000, p. 3), surdos e ouvintes têm línguas diferentes, mas podem viver numa única comunidade, desde que haja um esforço mútuo de aproximação pelo conhecimento das duas línguas, tanto por ouvintes, como por surdos.
Nos debates em torno da língua de sinais e sua função inclusiva, tem naturalmente se tornado o foco principal a preparação e qualificação do educador, sendo um dos grandes desafios para os profissionais da área. Isto por que o que antes era algo de formação específica, e por muitas vezes reconhecida como uma especialização se apresenta, hoje, como algo necessário a todos os docentes, embora também totalmente novo na rotina de sua formação.
Em suma, vemos que o núcleo da educação contemporânea é a inclusão, sendo esta não somente a inserção no mundo das letras, mas acima de tudo faz com que o preconceito, a vergonha e a discriminação social venham a cessar, transformando, pela educação, suas vidas e sua aceitação perante a própria sociedade.

sábado, novembro 14, 2009

Reflexões sobre a surdez...

Em minhas reflexões hoje já entendo que nem todo o surdo é mudo e nem todo o mudo é surdo. precisamos conhecer a deficiência para que possamos compreendê-la.
Segundo a FENEIS ( federação Nacional dos surdos ) o surdo-mudo é a mais antiga e incorreta denominação atribuida ao surdo, e infelizmante ainda utilizada em certas áreas e divulgada nos meios de comunicação como se fossem a mesma coisa. Hoje já posso dizer que o surdo é um indivíduo em que a audição não é funcional para todos os sons e ruídos ambientais da vida; que apresenta altos graus de perda auditiva, prejudicando a aquisição da linguagem e impedindo a compreenção da fala através do ouvido. Após realizar a atividade em que precisaria entender a linguagem de sinais busquei através de um amigo este suporte e fui mais além onde pude observar que toda a bagagem que ele adquiriu foi por estar inserido em uma família de pais surdo e ele sendo um ouvinte, desenvolveu o sistema de sinais naturais para se comunicar fazendo parte então dessa comunidade. Alguns estudos mostram que a aquisição da língua de sinais se processa igualmente à aquisição da língua oral-auditiva, obedecendo a maturação da criança, que vai internalizando a língua a partir do meio histórico sócio-cultural em que vive. Os ouvintes se alfabetizam pelo som, porém as crianças surdas se alfabetizam pelo visual; elas precisam representar pela escrita sua fala, que é a língua de sinais, que possui características visuo-espaciais, processa seus pensamentos através de sinais, passando a escrita para outra língua, em nosso caso o português.

O MENINO SELVAGEM - LIBRAS

O filme narra a história de um menino que andando como um bipide, não falava, não sabia ler e tão pouco conhecia a escrita. Com cerca de 12 anos de idade e nunca ter antes tido contato com a sociedade passou a ser um "objeto" de estudo de um professor ávido pelo conhecimento da condição humana.
Este filme me fez lembrar das histórias que papai contava quando era uma criança, a história falava de 2 irmãos gêmeos Rômulo e Remo que foram abandonados na selva e sobreviveram porque foram amamentados por uma loba. Mais tarde um deles Rômulo foi o fundador de Roma e seu 1º rei.
















domingo, novembro 08, 2009

Respondendo questionamento - Libras

Prezada Simone:
As necessidades regem nossas reações, e aquelas, no momento em que estamos com espaços de tempo reduzidos, nos levariam a talvez buscar outros Julianos.
Todos sabemos que a dependência nem sempre é salutar, que devemos buscar meios próprios para resolver problemas, o que talvez, neste caso serviriam pesquisas de publicações relativas a língua de sinais, demandando porém um tempo que não se possuía.

sábado, outubro 31, 2009

Resposta a questionamentos






Respondendo os questionamentos feitos pela professora Íris gostaria de dizer que:
- Compreendo que todo o educar que assim se considerar como tal, tem que agir ativamente na construção de seu trabalho, porém, caberia conferir o termo "iniciativa", a aquilo que foi realizado diretamente pelos alunos quanto à liberdade na escolha das ferramentas disponíveis na internet, sem direcionamento de sites específicos, ficando definidos apenas os objetos de pesquisa, que, por iniciativa dos próprios, através dos buscadores, localizaram o material;
- A diferenciação está na própria iniciativa, pois usando do conhecimento sobre a internet que possuíam, pouca interferência do professor foi necessária, ocorrendo somente na apresentação dos temas escolhidos e apoio técnico que eventualmente se fizeram necessários;
- Quanto à produção textual, confirmo que os materiais apresentados pela pesquisa dos alunos mostraram características individuais, como comentários, questionamentos e observações pessoais, o que demonstra obra própria;
- Acredito que não tenha me feito entender, mas o site indicado foi o que mais foi utilizado pelos alunos, porém cabe salientar que este tem origem de escolha no próprio grupo de alunos.
Concluindo, cabe destacar o registro aqui postado no blog através de fotos, o quão foi interessante, tanto para os alunos, que se mostraram descontraídos, quanto para mim ao ver o entusiasmo da turma.

segunda-feira, outubro 19, 2009

ENTENDENDO A FALA POR SINAIS!!!!!

Iniciamos o trabalho clicando e parando o vídeo, cada colega marcava um sinal e íamos no dicionário ver do que se tratava. Foi dificílimo, não conseguíamos dar sentido. Lembrei do neto da merendeira da minha escola que sabia falar em libras, pois seus pais são mudos e ele aprendeu. Marquei um encontro com Juliano e pedi que resolvesse nossa dificuldade. E com toda gentileza ele descreveu o que elas estavam falando.
“As duas estão conversando sobre um filme que assistiram no cinema e que esse fala de romance, de amor.Chega a outra amiga e a professora fala que elas tem o mesmo nome ou que são parecidas por serem mudas.Depois elas marcam de ir para um barzinho e a última que chegou diz que não pode ir pois, já tem compromisso e está atrasada.”
O grupo só ficou preocupado com a maneira que resolvemos esta tarefa e não termos oportunidade de irmos todas juntas falar com Juliano.
Resolvemos identificar nossa fonte de tradução.
Mesmo depois que o menino traduziu, fomos ao dicionário e pouco conseguimos entender dos movimentos. Mesmo com as frases prontas em nossa frente, não foi possível compreender a conversa entre as duas e depois as três moças que falavam em libras.
Entendemos que o processo de aprendizagem desta língua, será produtivo em caso de trocas constantes, que farão com que utilizemos do treino e repetição, para poder produzir e entender conversação.

domingo, outubro 18, 2009

Planejamento?!?!...

Através da interdisciplina de Didática, Planejamento e Avaliação venho refletindo e questionando meu Planejamento após a leitura do texto da autora Rodrigues(o texto "Planejamento: em busca de caminhos") Planejamneto é no meu ponto de vista tudo o que pensamos com um olhar crítico, autonomo, desafiador, proporcionador,... pois segundo FERREIRA (1985, P.27) relata:"fazer planos é coisa provavelmente conhecida do homem desde que ele se descobriu com capacidade de pensar antes de agir" ou ainda,"uma ação planejada é uma ação não improvisada; uma ação improvisada é uma ação não planejada" (p.15) Sendo assim, o Planejamento é um processo constante, flexível e indissociáveis, vindos desde crianças. Hoje considero que o educador deve sempre repensar o por quê está se ensinando, o que se quer alcançar, o que falta alcançar e como irão alcançar. O Planejamento sempre deve estar integrado com o currículo. Paulo Freire em sua obra da Pedagogia da Autonomia enfatiza as práxis educacionais a partir da defesa das perguntas, curiosidades inusitadas, bem inversa a fragmentação, da imposição, do depósito de conhecimentos..."Quando saio de casa não tenho dúvida nenhuma de que, inacabados e conscientes doinacabamento, abertos à procura, curiosos, "programados, mas para aprender", exercitaremos tanto mais e melhor a nossa capacidade de aprender e de ensinar quanto mais sujeitos e não puros objetos do processo nos façamos (Freire, 1997, p.65)."Acredito nesta concepção, a Pedagogia das perguntas, pois procuro instigar meus alunos ao conhecimento e o desejo de buscar e interessar, mediante perguntas desafiadoras e estratégias diversificadas. Assim, construimos coletivamente nossas aprendizagens.Procuro sempre realizar um planejamento flexível, dinâmico, diversificado e que contemple a ansiedade do saber de meus alunos.

Senta que lá vem a história...

O gato Xadrez

Era uma vez um gato que se chamava xadrez.
Ela era bem pequeninho.
Ele adorava pular em sapato mais só que a dona dele chamava ele pra tomar leite e dormir.
Ele acordava de manhã para ir pular no sapato e a dona dele xingava ele pra ele tomar leite de novo. Um dia ele ficou bem grandinho daí ele saiu pra fora e ele viu que lá tinha um bando de gatos que ficavam em cima do telhado brincando.
Um dia um gato chamou ele pra ir lá em cima brincar também e ele disse: Como vou subir até aí? Daí apareceu um cachorro e colocou um tijolo e ele pulou pra o telhado e brincou com todos os amigos.
Um se chamava Chico o outro Xodó e a outra se chamava Olívia.
E ele teve grandes amigos. E um dia a dona dele foi chamar ele pra tomar leite e ele não estava então ela foi até o pátio procurar ele e ela ficou apavorada porque o gato dela tinha sumido.
Ela ficou até meia noite esperando ela e dormiu no sofá de tanto esperar. Quando ela foi ver de manhã se já tinha chegado e já estava tomando o seu leite e ela ficou muito feliz.
Daí o Xadrez apresentou seus amigos para ela e ela adotou eles e eles viveram felizes para sempre.

“Ficção e relato de experiências vividas são gêneros diferentes, mas, nos primeiros anos de vida, é comum que se combinem nas narrativas infantis, como apontou a lingüista Maria Cecília Perroni no livro Desenvolvimento do Discurso Narrativo.”
“...co-construção é o chamado "jogo de contar" - situação básica de aprendizagem quando o assunto é oralidade e que envolve uma relação de cumplicidade entre a criança e seu interlocutor. ...“
“dão um sentido pessoal aos elementos do ambiente e os elaboram à sua maneira para com eles poder lidar” Winnicott
As crianças incorporam as suas narrativas aspectos como à ação, os conflitos e o inesperado. A menina Fernanda é uma criança bem estimulada em suas expressões, pois apresenta em seu conto uma mistura de historinhas que já ouviu e por isso fantasia partes e aproveita colocando partes de sua autoria, inclusive quando mudo algumas palavras ela observa para ver se não deixei de escrevê-las.

quinta-feira, outubro 15, 2009

ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS.




Como relata Regina Hara em seu texto “Alfabetização de adultos: Ainda um desafio”: "O contato com adultos não escolarizados nos mostra que todos sabem algo, não só coisas do concreto, mas têm um conhecimento intelectual a respeito da escrita. O que falta, muitas vezes, é auxiliar a desvelar esse conhecimento e criar condições para que possam elaborar novos conhecimentos, obter novos dados e reorganizar o conhecimento. Repensar fatos estabelecidos há certo tempo, e que hoje começam a incorporar novas situações, auxilia a rever a prática de alfabetização de adultos."
Entendo que o professor em seu trabalho deve antes de qualquer coisa valorizar os conhecimentos de seus alunos, ouvindo sobre experiências, suposições, sabedorias relacionando sempre aos seus conceitos teóricos. Mostrar para o aluno que ele sabe, mesmo sem se dar conta disso, pois isso estimulará o exercício de cidadania de cada um.

QUEM SE HABILITA?

Viver e compartilhar a vida são tarefas que, embora pareçam fáceis, não o são: é necessário assumir toda sorte de responsabilidades e correr riscos, para os quais nem sempre nos sentimos (ou estamos) preparados.
Talvez o maior de todos os desafios esteja relacionado ao olhar... Ao jeito de olhar para si próprio... ao jeito de olhar para o outro. Pois a verdade é que, muito mais vezes de que admitimos, olhamos para nós mesmos, seres humanos, e nos cobramos um "acabamento" que ainda não temos. E é exatamente aí que nasce a intolerância, que tem feito a desgraça da humanidade há tantos séculos. E a intolerância pode aparecer de muitas formas. Muitas vezes, a intolerância é com a gente mesmo. Temos dificuldades de dizer "não sei", ou "eu errei", ou ainda "me perdoe". Porque fomos ensinados que fraquezas e imperfeições não são admissíveis. E nos exigimos absurdos!
Mas quem foi que disse que temos que acertar sempre?
Por outro lado, outros de nós se acreditam perfeitos. Torna-se impossível, para tais pessoas, receber uma crítica ou uma correção. Mas, afinal, quem consegue viver com algum que se considera "dono da verdade", detentor de toda a sabedoria? Ou pior: uma pessoa "perfeita" precisa de alguém, ou ela se basta a si própria? Igualmente triste é perceber que, ás vezes, cobramos perfeição dos outros. A perfeição segundo os nossos olhos, diga-se de passagem.
Uma das marcas de maturidade é uma palavra pouco falada em nossos dias: a "empatia"! Significa ter a capacidade de colocar-se no lugar de outro, de procurar sentir como e com o outro. A empatia nos ensina a tolerância. Nos ensina que nem tudo é justificável, mas que muito é explicável. Outra palavra em desuso é "misericórdia".
Esta nos ensina a receber o outro de coração aberto, com disposição para perceber que todos somos, em princípio, carentes de perdão e tolerância.
Vivemos juntos uns com os outros, quer queiramos, quer não. Seja família, seja no ambiente escolar, seja no trabalho. E na semana em que lembramos as crianças e, em seguida, os professores, fica muito fácil pensar que uns estão em formação e os outros estão acabados. E será que não nos ajudaria relembrar, nesses dias, a tolerância, a empatia e a misericórdia, três coisas que todos necessitamos oferecer e todos necessitamos receber? Por isso a pergunta do título, pois depende de cada um de nós começar. Quem se habilita?
Soraya Heinrich Eberl



terça-feira, outubro 13, 2009

PESQUISANDO COM A TURMA!!!!!


Durante toda a semana trabalhamos no projeto realizado sobre os animais. Como alunos-pesquisadores, as crianças construíram conhecimentos acerca do tema específico escolhido pelos grupos.
Cada grupo estudou um animal em extinção. Trabalhando em nosso laboratório de informática eles se encantaram com suas descobertas, por exemplo, as características do urso panda, arara azul, mico-leão-dourado entre outros, entendendo as leis que preservam certas espécies. Pude observar com clareza a forma pelo qual os alunos se envolveram e desenvolveram suas investigações com estratégias diferenciadas participando com entusiasmo do processo de sua aprendizagem.
Ouve o respeito mútuo onde a troca entre eles era a construção principal nas atividades. Nesse sentido, acredito que os alunos vivenciaram uma forma de pesquisa baseada na compreensão, tanto do assunto escolhido quanto das etapas de uma investigação.
Segundo o IBAMA esses são alguns animais em extinção!

• Sagui • Macaco aranha• Mico leão dourado• Lobo Guará• Jaguatirica• Peixe boi• Jubarte• Arara azul• Tartaruga Verde• Jacaré - de - papo - amarelo• Picapau rei
Após a nossa pesquisa e com a descoberta de cada um fizemos a abordagem dos relatos de que o que devemos fazer para cuidar e preservar aquilo que ainda nos resta.

site;Bibliografia : http://www.tribunaanimal.com/animais_em_extincao.htm

segunda-feira, setembro 21, 2009

A educação vista com olhos voltados a produção....



Diante da inevitável globalização do capitalismo, percebemos que as relações trabalho – educação, assim como as nações, confundem-se, tanto em seus focos de atuação quanto nos métodos e resultados.
A educação vista com olhos voltados à produção, absorvem os métodos já desenvolvidos pelos meios industriais, principalmente aqueles criados a partir das indústrias automobilísticas.
Para Ford a produção era concebida em uma seqüência onde as pessoas realizavam suas tarefas pré - determinadas, sem a necessidade de refletir sobre seus atos, de forma mecânica.
Numa educação mecanicista, os entes que participam da escola não influenciam nos processos educacionais., apresentada por uma verticalização nas decisões, característica pouco democrática. Neste processo de produção o homem e a máquina se confundem, o homem é a máquina, e como no trecho em que Chaplin cai nas engrenagens, ele passa a fazer parte dela.
É como observamos no filme Tempos Modernos o homem está a serviço de um sistema, onde não há necessidade de que ele pense sobre o que está fazendo nem sobre o resultado, mas sim que o faça.
Toyota apresentava uma produção sem necessidade de estoque, pois já trabalhavam com uma variabilidade de acordo com a demanda, diferentemente do método da Ford, o trabalhador possuía ou era estimulado a possuir conhecimento sobre a estrutura da produção, suas falhas prevendo-as e dando sugestões para melhoria do que seria executado e produzindo o necessário no tempo certo, tornando o funcionário um participante e não uma peça.
O saber fragmentado mencionado acima por Japiassu, condena a escola a um viver “encaixotada”, onde se guarda para nunca mais utilizar, retira somente para uma nota, esconde em gavetas tão profundas que nem mesmo ele, o organizador tem condições de achar, se por acaso, precisar utilizá-la. A irracionalidade de que tanto fizemos uso nas salas de aula é uma cultura que devemos mudar imediatamente.
“Na defesa de projetos curriculares integrados, Santomé (1998, p.187) afirma que a utilidade social do currículo está em permitir aos alunos e alunas compreender a sociedade em que vivem”
Este curso tem nos oferecido suporte para perder o medo e investir na necessidade emergencial da escola. Precisamos reaprender a pensar, e conduzir nossos alunos a entenderem onde vivem, como vivem e como desejam viver.

sábado, setembro 19, 2009

Brincadeira de Criança como é bom!!!!!

É preciso entender que a criança é um ser pleno de potencialidades e que uma boa proposta pedagógica pode estimular suas capacidades e proporcionar a criança oportunidades de conhecimento e de desenvolvimento, ampliando as possibilidades de compreensão do mundo que a cerca.
"Brincar com uma criança não é perder tempo é ganhá-los;
Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é ve-los sentados enfileirados, em sala de aula sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem".
Carlos Drummon de Andrade

domingo, setembro 13, 2009

Planejamento



Cabe a nós professores no processo de planejamento, organizar os conteúdos que nos permitam agir, observar e refletir sobre a própria aula.
Planejar, implica em um processo participativo de construção do conhecimento que envolva professor e alunos. Diante disso o professor deve ter criatividade, engajamento, responsabilidade, senso crítico e político, enfim, que desenvolva a sua própria autonomia diante de sua prática educativa. E por outro lado que o aluno construa conhecimentos que sejam permeados com valores éticos e humanizadores que possibilitem a eles não somente pensarem, mas pensarem certo, parafraseando Paulo Freire.

quarta-feira, setembro 09, 2009

Leitura - escrita - Oralidade



Os autores Maria Isabel Dalla Zen e Iole Faviero Trindade nos Faz entender porque que não fala-se, escreve-se e lê-se sempre da mesma maneira, pois tudo vai depender da situação em que cada fato ocorre.
Numa conversa informal com amigos usamos um vocabulário simples, informal , diferente de uma palestra que precisaria que utilizássemos uma linguagem mais formal.
O mesmo acontece com a escrita, num bilhete, utilizamos um vocabulário simples e ao escrevermos um documento, um ofíco , precisamos utilizar uma linguagem formal, já que é o que um documento assim exige. Existem portanto diferenciações na linguagem, escrita e leitura, e que precisamos oportunizar nossos alunos a conhecê-las, já que fazem parte do cotidiano de todos, em jornais, revistas, internet...
Minha fala cotidianamente é bem informal e por muitas vezes tenho que me policiar para não falar de tal forma com minhas colegas no trabalho.
Tenho em minha fala uma herança de meus pais que tem descendência de castelhanos e por muitas vezes falo aquilo que vivênciei por toda a minha vida.