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domingo, novembro 18, 2007

6ª BIENAL DO MERCOSUL

Exposição Monográfica de JORGE MACCHI, artista contemporâneo trazendo uma visão geral de sua tragetória no continente americano com obras que se distingue por suas meditações sutis e sobre as possibilidades poéticas da vida cotidiana. Sua obra cobre todo tipo de meio e forma de expressão, desde o vídeo até recortes de diários, enfatizando a dicotomia entre a precisão formal e o conteúdo emotivo em suas obras.

Exposição Monográfica de FRANCISCO MATTO, sua obra está muito marcada pelo seu profundo interesse pelas culturas pré-colombianas, o que o levou a formar sua própria coleção de arte pré-hispânica. As esculturas, pinturas e desenhos de Matto se caracterizam, de um lado, pela tensão criativa entre uma estrutura geométrica e racional e, por outro lado, pela fluidez de um traço mais inspirado em uma busca do inconsciente e do romantismo.

domingo, novembro 04, 2007

VIVENDO A ARTE EM SALA DE AULA





As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentidos a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por vários meios, dentre eles; linhas formas, pontos, etc. A presença das Artes Visuais na Educação Infantil, com o tempo mostra o desencontro entre teoria e a prática. Em muitas propostas as Artes Visuais são vistas como passatempos sem significado, ou como uma prática meramente decorativa, que pode vir a ser utilizada como reforço de aprendizagem em vários conteúdos.
Porém pesquisas desenvolvidas em diferentes campos das ciências humanas trouxeram informações importantes sobre o desenvolvimento da criança, em seu processo criador e sobre as artes das várias culturas. Essas informações trouxeram uma enorme contribuição para a valorização da produção infantil, mesmo assim a revolução que admitia a necessidade e a capacidade da expressão artística, virou “um deixar fazer” sem intervenção, onde a criança não evoluía muito.
A arte, desde cedo, influência a criança através de sua cultura, apesar de ser possível identificar espontaneidade e autonomia na exploração e no fazer artístico das crianças, seus trabalhos revelam: o local, a época histórica em que vivem suas oportunidades e idéias.
A criança tem sua própria visão, idéias e interpretações sobre a produção de arte e o fazer artístico; por meio de vários aspectos; fazer artístico que é a exploração, apreciação que é percepção do sentido que objeto propõe e da reflexão que é um pensar sobre todos os conteúdos do objeto artístico que se manifesta em sala.
O desenvolvimento da imaginação, expressão, sensibilidade entre outras podem vir a ocorrer na arte.
Eu como professora, dentro desta concepção, devo passar da mera condição de facilitadora ou orientadora da expressão artística, para agente e mediadora do processo de aprendizagem da linguagem da arte e das vivências estéticas. Além do fazer, o meu aluno deve ser preparado para ler, compreender, refletir e criticar a arte em seus conteúdos, produtos e história. Esta possibilidade, além de desenvolver uma pessoa mais hábil e apta dentro deste mundo contemporâneo (que exige competências no campo da criatividade, crítica e sensibilidade), amplia os possíveis momentos de encruzilhadas sujeito-arte-mundo.